sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Foto Memória: Três momentos de Graça Pennafort

Minha amiga Graça Pennafort, muda de idade nesta quinta-feira (26).
Ela, é irmã do saudoso jornalista Hélio Pennafort e sobrinho do Sr. Benigno Pennafort, que foi o operador de som, que colocou no ar a Rádio Difusora de Macapá, em 11 de setembro de 1946.
Temos dois momentos memoráveis de Graça Pennafort.
Nesta primeira foto, histórica e rara de 1951, Graça, aos 2 anos e meio de idade, carregada por seu primo Ruy Guarani Neves.
Nesta outra foto de 1962, Graça posa numa Vespa, com sua sobrinha Assunta Ferrer.
O registro foi feito na cidade de Oiapoque, onde Graça morava.
No terceiro registro, ela dança com seu pai Rocque Pennafort, em uma festa de fim de ano, no Oiapoque.
Parabéns e muitos anos de vida, amiga Graça Pennafort!

Foto Memória do Esporte Amapaense: Sociedade Esportiva e Recreativa São José

A Foto Memória de hoje, vem do álbum de memórias do amigo Sebastião Ataíde de Lima, nosso Sabá Ataíde.
Uma das onzenas da Sociedade Esportiva e Recreativa São José, o tricolor do Laguinho.

Em pé: Leoremir, Sabará, Anselmo Simões ., Antoninho Costa, Maurício Machado, Timbó, Bacessar, Biroba e Canhoto.
Agachados: Piraca, Zé Buchinha, Léo, Orlando Torres, Macaco (Pennafort) e Haroldo Pinto.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Foto Memória da Eletricidade em Macapá:: 1ª Usina de Força e Luz de Macapá

"Acredita-se que a primeira Usina de Força e Luz da cidade de Macapá, tenha sido criada em 1937, durante a gestão do prefeito Francisco Alves Soares, que, vendo o descaso em que a vila se encontrava, providenciou a instalação de uma Usina para o melhoramento social da mesma. (Veja foto acima)
Com a criação do Território do Amapá e a chegada do primeiro governador, em 1948, a Usina foi ampliada, recebendo 04 motores Caterpillar tipo D-1700, gerando uma capacidade total de 300 KW.
Em 24 de janeiro de 1953, por determinação do governador do Território do Amapá Capitão Janary Nunes, a Usina de Força e Luz de Macapá passa a funcionar em novo local, agora mais espaçoso e com dependências adequadas para os novos motores adquiridos pelo governo amapaense. O local está situado na Travessa da Areia (atual Avenida General Gurjão, ao lado do Teatro das Bacabeiras).(veja foto baixo)
(Foto: Reprodução de arquivo)
Em princípio a usina mantinha horários especiais de funcionamento. A cidade se guiava por uma sirene que tocava às 12 h às 18 h as 21h; era o relógio da cidade.
 
(Foto compartilhada pelo amigo Heraldo Amoras, via e-mail)
Foto de 1948 - Equipe diurna da 1ª Usina de Força e Luz de Macapá.
Na foto, entre outros, estão: O Sr. Marcos Farias é o que está sentado no balcão, de camisa branca; Na frente da pessoa, em pé, de camisa listrada e de braços cruzados, o sr Vicente Barros; No lado esquerdo do sr Vicente está o Sr. Elionai Cesar da Silva.
Também estão na foto o Dr José Leônidas Lima, engenheiro da usina; Sr. José Domingos dos Santos Filho ("Seu" Santos - era o coordenador), Milton Sapiranga Barbosa-Galo, e o Justo, parente do Milton Sapiranga Barbosa.
O garoto que aparece bem na frente da turma, agachado é o amigo João Silva.
Os demais não foram identificados.
Detalhamento Histórico - No dia  24 DE MAIO de 1951, era eleita a Diretoria da Sociedade Beneficente dos Servidores da Usina de Força e Luz de Macapá, unidade operacional dos Serviços Industriais do Território Federal do Amapá, que funcionava à Avenida General Gurjão, no centro de Macapá, em terreno próximo ao atual Teatro das Bacabeiras.O mandato da diretoria teria inicio no dia 20 de junho quando ocorreria a posse dos eleitos. Eram membros da diretoria da novel entidade: Presidente-José Domingos dos Santos Filho; Vice-Presidente-Rosendo Olegário Alves; 1º Secretário-Marcos Farias dos Santos; 2º Secretário-Raimundo dos Santos Gomes; Tesoureiro- Elionai César da Silva; Comissão de Sindicância- Joaquim Miguel Ramos, Erasmo Nascimento Coelho e Juventino Felix da Silva. Fotos: Dentre os membros da diretoria identifiquei, da esquerda para a direita: Joaquim Miguel Ramos(o primeiro, em pé, após o rapaz agachado), Marcos Farias dos Santos( de branco, sentado no batente do 1º janelão),José Domingos dos Santos( o 8º, em pé, de branco,com os braços cruzados) e Leonai César da Silva( o último agachado à direita).(Nilson Montoril de Araújo)

(Texto reproduzido (com as devidas adaptações) do Facebook do historiador Nilson Montoril)
(Post repaginado em 22/08/2015, com atualizações)
Fontes: Site da CEA (http://migre.me/uIXmfBlog Luz Amapaense

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Grupo Escolar Barão do Rio Branco – Macapá/AP

Nossa Foto Memória de hoje, é uma raridade. 
Faz parte do acervo particular do amigo Juvenal Canto.
Foto do final dos anos 40 (46/49) quando só existia o prédio do Grupo Escolar Barão do Rio Branco, a primeira escola de alvenaria de Macapá, inaugurada em 13 de setembro de 1946.
Sua primeira denominação foi Grupo Escolar de Macapá.
Observem que, antes da construção da Praça Barão do Rio Branco, foram montados, em frente ao educandário, uns poucos brinquedos em madeira, nos quais a garotada se divertia.
A praça, construída algum tempo depois, só foi inaugurada em 01 de dezembro de 1950, em comemoração aos 50 anos da assinatura do Laudo Suíço.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Janary Nunes discursa na inauguração da sede própria da CEA

O então presidente da Petrobrás, Coronel Janary Gentil Nunes (também primeiro governador do Amapá), discursa por ocasião da inauguração da sede definitiva da Companhia de Eletricidade do Amapá - CEA, em 15 de setembro de 1957, no bairro da Favela (atual bairro Santa Rita), onde permanece até hoje (cruzamento da Avenida Padre Júlio com a Rua Manoel Eudóxio Pereira.
Antes disso, o escritório provisório da CEA, funcionou, desde 10 de setembro de 1956, na Praça Veiga Cabral, em um prédio na confluência da Travessa Floriano Peixoto (atual Av. Presidente Vargas), esquina com a Rua Barão do   Rio Branco (hoje, Cândido Mendes).
Fonte: Blog Luz Amapaense e Nilson Montoril

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Casas da Av. Mendonça Furtado, em 1948

A Foto Memória de hoje, é outra contribuição do amigo Sebastião Ataíde de Lima.
É mais um registro da Macapá antiga, mostrando as residências da Av: Mendonça Furtado, em 1948. 
Publicação escaneada do Jornal Amapá, nº 162.

domingo, 21 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Primeiras Casas da Praça "Barão do Rio Branco"

Ano 1947 - Praça Barão do Rio Branco - Primeiras casas para os Diretores que faziam parte da Administração do Governo do ex-Território Federal do Amapá.
Ângulo de observação a partir do Grupo Escolar Barão do Rio Branco, para a direita.
Hoje, seriam aquelas residências localizadas na rua São José entre Av. Coriolano Jucá e Av. FAB, de frente para a praça Barão do Rio Branco, no Centro.
Colaboração do amigo Sebastião Ataíde de Lima.
(Post repaginado e corrigido em 20/08/2016)

sábado, 20 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Rainha do Sesquicentenário da Independência da R. Amazônica

Em 1972, o Brasil comemorou o sesquicentenário de sua independência. 
Como parte das comemorações que marcaram a data, foi realizado um Concurso para a escolha da Rainha do Sesquicentenário da Região Amazônica.
A vencedora do certame foi a senhorita Gisele Veras, filha do Dr.Veras, médico da ICOMI, que representou o Santana Esporte Clube, na competição.
No registro fotográfico, Gisele desfila em carro aberto, na Av. Iracema Carvão Nunes, em frente ao Colégio Amapaense, em companhia do Dr. Corintho e o atleta Mauro Trevizani, de costas.
Fonte: Santana Esporte Clube, via Facebook com informações coletadas nos comentários.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Foto Memória: Amigos do Amapá

A Foto Memória de hoje, vem do acervo do amigo jornalista Ernani Marinho, que compartilha foto de 1980, nos bons tempos do Amapá, em que ele aparece, ladeado por seu cunhado Meton Jucá Jr.(roupa escura) e pelo empresário e desportista Waldir Carrera(camisa branca), ambos falecidos.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Foto Memória da Política Amapaense: Candidatos a Deputado Federal: Janary Nunes e Dalton Lima

Candidatos a Deputado Federal pelo então Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes e Dr. Dalton Condeiro de Lima, em plena companha eleitoral, em 1962.
Foto gentilmente cedida pela amiga Elizete Barbosa, filha do historiador Coaracy Barbosa.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Rebocador Araguari

O registro raro de hoje, nos foi enviado pelo amigo Augusto Cezar Andrade da Silva.
Trata-se de uma foto ( reprodução de folder ) do Rebocador Araguari, que pertencia à antiga frota do Serviço de Navegação do Governo do ex-Território Federal do Amapá.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Família Jucá

Registro dos 80 anos do Sr. Meton Jucá, em agosto de 1974, onde aparece acompanhado da esposa Maria Jansen Jucá, filhos, netos,  bisneta, genro e nora.
Dá esquerda para direita, estão em pé, todos Jucá, com exceção de Ernani e Rosildo, maridos de filha e de neta, respectivamente,  Walter, Waldir, Lauriza, Waldete, Luiza, Larissa, Rita, Rosildo Seabra, Ernani Marinho, Maria Emília e Maria José.
Sentados, na mesma ordem: José Alberto, Antônia (com Marcos no colo), Guiomar, Meton, Dona Maria e prof. Wanda.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Foto Memória: Abdalla Houat e sua filha Jeanette Houat

Dois momentos especiais e raros do empresário Abdalla Houat e sua filha Jeanette Houat.
Neste primeiro registro, dos anos 80, o empresário beija a testa de sua filha, em um Baile de Debutantes, em Macapá.
E na segunda foto, Sr. Abdalla, sua esposa Doralice com a filha Jeanette, ainda pequena, num registro de 1965, na Ilha de Mosqueiro, no Estado do Pará.
(Fonte: Jeanette Houat) 

domingo, 14 de agosto de 2016

Foto Memória: Meu Querido Pai

DOMINGO, 14 DE AGOSTO DE 2016
SALVE O "DIA DO PAIS"
Quanta saudade de meu querido PAI !
Ele nos deixou em 1968.
João Clímaco José da Silva, também era tio das saudosas professoras 

sábado, 13 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Saudades de Dona Stellita Lima!

Há 22 dias, falecia em Belo Horizonte, a Sra. Maria Stellita dos Santos Lima, viúva do Dr. Alberto da Silva Lima, Pioneiro da Medicina, no Amapá.
Eles casaram-se em Macapá em 02/09/1957, e tiveram 3 filhos: Sérgio, Silvio e Andréa Lima.
Dona Stellita, era natural do Município do Amapá – AP, filha dos pecuaristas Silvio Ferreira dos Santos e Josepha Alves Ferreira.
Ainda jovem, foi para Macapá onde realizou seus estudos. Formou-se no curso normal.
Durante muitos anos, foi domadora no Lions Clube de Macapá atuando em vários serviços sociais do clube.
Dona Stellita, mudou-se para Belo Horizonte para morar com os filhos, em 1987, depois do falecimento de seu marido.
Ela, faleceu no dia 22/07/2016, em consequência de Parkinsonismo.
Seu corpo foi cremado em 23/07/2016, no Cemitério Renascer. 
Fonte: Informações de Andréa Lima

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: O 102º Aniversário de ISAAC ZAGURY

Completam-se neste 11 de agosto de 2016, CENTO E DOIS ANOS de nascimento de ISAAC ZAGURY, o macapaense que veio a este mundo, antes do Amapá ser desmembrado do vizinho Estado do Pará, o que só aconteceu através do Decreto-lei n° 5.812, de 13 de setembro de 1943, constituindo o Território Federal do Amapá.
O pioneiro Isaac Jaime Zagury era um dos nove filhos do casal, Capitão Leão Zagury e Sarah Roffe Zagury.
Com a mãe, dona Sarah, e seus irmãos, Esther, José, Eliezer, Syme, Meryan, Abraão, Moisés e Ana, fundaram a primeira empresa legalizada da cidade, a Casa Leão do Norte, que vendia de um tudo, presentes, sabonetes, tecidos e mercearia.
Isaac tinha espírito empreendedor e junto com o irmão Moysés, deram continuidade ao trabalho dos pais, como comerciantes na cidade, levando para a mesma, empresas tais quais a Cruzeiro do Sul, depois VARIG; os automóveis WILLYS Overland, a Sapataria Predileta, a Texaco, a Drogaria, a sorveteria Central e o Flip Guaraná que Isaac fazia com o coração.
Entre suas inúmeras atividades na cidade, Isaac exerceu o cargo de Juiz de Paz e foi grande incentivador dos esportes e das atividades populares.
Casou-se com a jovem Clemência, (que na verdade se chamava Piedade Assayage) e tiveram quatro filhos: Leão (médico), Abraham (engenheiro), Sarah (pedagoga) e Alice (historiadora).
Isaac Jayme Zagury faleceu em 01 de maio de 1971, aos 57 anos de idade, no Rio de Janeiro, onde também foi sepultado.
Foi um dos honrados homens que amaram e muito contribuíram para o desenvolvimento do Amapá.

Foto Memória do Rádio Amapaense: Radialistas e a garotada

Nossa Foto Memória de hoje, vem do álbum de lembranças da amiga Maria Da Graça Guarani Penafort.
E a pedido do blog, ela mesma conta a história dessa relíquia:
“ Esse programa foi feito no auditório do ex-cine João XXIII, em 1977. Ficou tão lotado, que as crianças e os pais tiveram que se sentar nos corredores. Era o “Historinhas para a Gurizada”, que ia ao ar aos domingos pela manhã, pela Rádio Educadora São José”.
Nesse dia, além do Papai Noel, também teve palhaço no auditório, as crianças dançaram, cantaram, contaram histórias e declamaram poesias.
Dia INESQUECÍVEL!
E ainda fui carinhosamente prestigiada pelos colegas J.Ney, Osmar Melo e Arnaldo Araújo. Mil vezes obrigada, querido João, por relembrar esse momento tão marcante na minha história no rádio. ”(Graça Pennafort)

Fonte:  João Silva via Facebook

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Falecimento: Cremado no Rio de Janeiro, o corpo de Michel Abrahão

O desportista Michel Abrahão, faleceu domingo, 07/08/2016, no Rio de Janeiro.
Seu corpo foi cremado, lá mesmo, na tarde de segunda-feira, 08. 
Ele nasceu em 14/12/1935; estava, portanto, com 80 anos. Aposentado, pai de seis filhos com Marisylla Salgado Abrahão: Michel Abrahão Filho; Nelson Roberto Salgado Abrahão; Augusto César Salgado Abrahão, Antônio Sérgio Salgado Abrahão; Rosa Maria Salgado Abrahão Marques e Amanda Lima de Almeida, (adotiva).
Michel Abrahão foi Sócio Fundador, Presidente do Santana Esporte Clube e criador da Banda “Milionários R-5”.
Foi Gerente da ICOMI e Diretor da BRUMASA.
Participante ativo da reestruturação do Santana Esporte Clube; esteve presente nos acontecimentos mais significativos da agremiação onde ocupou, entre outros, os cargos de presidente e diretor de futebol.
Sob sua presidência, o “Canário” conquistou o tricampeonato.
(Fonte: Revista ICOMI Notícias jan./64)

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Pe. Arcângelo Cérqua, benze equipamentos da RADIONAL MACAPÁ

Pe. Arcângelo Cérqua, então vigário de Macapá, dá a bênção aos equipamentos e instalações da estação da RADIONAL MACAPÁ.
A RADIONAL, foi a primeira estação de telecomunicações do Território Federal do Amapá, criada no Governo Janary Nunes.
Era uma estação radiotelegráfica, que permitia comunicação à distância por meio de rádio frequência, tanto por telégrafo (código morse) como ligações via telefone, com bastante interferências e qualidade bastante precária.
Os equipamentos foram montados em uma das casas construídas pelo Governo do antigo Território do Amapá para os funcionários da Administração Territorial, na Av. Mendonca Furtado canto com a Rua General Rondon, que depois foi repassado para a FUNAI, no Centro de Macapá.
O Desenhista Diniz Botelho - filho do professor Diniz Botelho, Secretário do Colégio Amapaense - que residia bem ao lado, lembra que no quintal da Radional haviam duas pequenas casas, uma era a de força/luz e a outra armazenava o combustível. Tinha, também, uma caixa d'agua com cisterna.
Neste raro registro fotográfico dos anos 60, vemos 3 antigos servidores - Manoel Baleeiro, Lourenço e Remy Barros - funcionários dá área técnico-operacional da antiga RADIONAL.
Remy do Rego Barros, que trabalhava na Radional de Belém, no bairro da Estrada Nova, foi transferido para Radional em Macapá, onde foi o gerente da área técnica.
A Radional em Macapá, funcionou de 1951 até 1964, quando foi desativada pelo governo militar.

Foto Memória de Macapá: Stand dos Produtos FLIP, em Fazendinha/AP

Janary Gentil Nunes - primeiro Governador do Amapá - em visita ao stand dos Produtos FLIP, Guaraná e Laranjada, na Feira de Produtos Econômicos, em Fazendinha/AP, em 1954.
(Foto: Reprodução de arquivo)

domingo, 7 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: José Maria Frota de Almeida

JOSÉ MARIA FROTA DE ALMEIDA, nasceu na cidade de Belém do Pará no dia 23 de junho de 1924, sua família por parte de pai de origem portuguesa, filho de Abel da Graça Almeida e Clementina Alice Frota de Almeida. Casado com Zilda Oliveira de Almeida, foi pai de 10 filhos (Abel, Geracina, Eugênio, Clarisse, Lourdes, Herculano, Geraldo, José, Paulo e Maria de Nazaré que desencarnou com sete dias de nascida. Desde novo trabalhou nas lides do movimento espírita em Belém, no Lar de Maria.
Chegou em Macapá em dezembro de 1959, com 35 anos, para ficar por apenas dois anos na função de delegado dos conferentes de cargas e descargas. E permaneceu por mais de 18 anos, contribuindo com suas expertises à sociedade Amapaense.
Sua trajetória nesse período foi bastante efetiva, sendo um dos fundadores da APAE/AP e da União Espírita Amapaense. Teve participação ativa na Maçonaria; foi Presidente do Amapá Clube. Seu espírito jovem e alegre, sempre rodeados de amigos, levou-o a ser um dos fundadores do maior bloco de rua “A Banda”.
JOSÉ MARIA FROTA DE ALMEIDA, desencarnou em 11 de setembro de 1981, vítima de um acidente de carro.
(Texto e informações de Lourdes Oliveira de Almeida, via e-mail)

sábado, 6 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Pioneiros do Amapá, em Reunião do Rotary Clube de Macapá

Amigo Walter Jr., Presidente do Memorial Amapá, compartilha foto histórica repassada por Domênico Miccione.
É registro de uma Reunião do Rotary no Esporte Clube Macapá nos anos 60. 
São Pioneiros do Amapá, que muito contribuíram para o progresso daquela terra.
Da esquerda para a direita: Francisco Torquato de Araújo, Antônio Alcântara, Walter Banhos de Araújo, Nilson Romariz Pinto, Luiz Carlos de Araújo Monteiro, Ubiracy de Azevedo Picanço, Altevir Cavalcante Lopes de Souza, Durval Alcântara da Cruz, Francisco Miccione, Ubirajara Coutinho, Mário de Medeiros Barbosa e Abdallah Houat.
Fonte: Memorial Amapá

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Reunião de Jovens Senhoras de Macapá

Esta foto sem data, postada por Marlon Maués no Memorial Amapá, registra jovens senhoras (e maduras) de Macapá, reunidas para festejar a despedida de solteira de uma amiga delas, de nome Virgínia Sales
Marlon, é filho do saudoso desportista e comentarista esportivo, Juares Boas Novas de Azevedo Maués.
Da esquerda para a direita vemos:
Em pé: 1ª Maria Luíza (esposa do Coronel Josemir Souza); 2ª Eleanora Batista (esposa do Prof. Kzan); a 3ª Marriete, (Esposa do saudoso empresário Jorge Sales – Paraibinha); Maria Tereza (esposa do empresário Luiz Serrano); 5ª Isolina Porpino Serrano (esposa do saudoso empresário Marlindo Serrano); 6ª Graça Teixeira (esposa do empresário Leopoldo Teixeira) e 7ª Ilka (esposa do Ten. Rodrigo, que trabalhou na Polícia Militar).
Sentadas: 1ª Dona Vanderlina (mãe da Maria Luiza); 2ª Glória Maués, (esposa do desportista Juares Maués); 3ª Virgínia Sales(irmã do Jorge Sales – Paraibinha)); 4ª Elita do Carmo (esposa do saudoso Engº Walter do Carmo); 5ª Carmem Serrano (esposa do empresário Marlúcio Serrano e 6ª Deise (esposa do Ten. De Paula, da Polícia Militar do Amapá.
(Fonte: Facebook / Memorial Amapá)

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Foto Memória do Jornalismo Amapaense: Paulo Conrado Bezerra

PAULO CONRADO BEZERRA nasceu em Arco Verde-Pernambuco no dia 24 de novembro de 1934; passou parte da infância lá em seguida foi morar na cidade de Caruaru onde estudou e concluiu seus estudos; viajou para São Paulo, onde começou a trabalhar na Folha de São Paulo.  Em 1962, a convite do então deputado federal Janary Gentil Nunes, do Território Federal do Amapá, foi trabalhar no Jornal “A Mensagem” por alguns anos, em Macapá, e depois entrou para o quadro de funcionários do ex-Território do Amapá onde trabalhou como relações públicas no Palácio do Governo, depois nomeado Professor de Inglês e Literatura e lecionou no Colégio Amapaense em 1972.
Constituiu família em Macapá, casou-se com Julia Sampaio, desse matrimonio nasceram os filhos, André Luiz, Germano Augusto, Andréa e Paulo.
Foi um homem estudioso e polivalente, conhecedor da ciência do direito; por muitas vezes saiu-se muito bem como causídico na defesa de seus constituintes sendo um grande jurista (rábula).
No final do ano de 1973 foi transferido para o município do Amapá onde foi lecionar na Escola Vidal de Negreiros; em 1975 voltou para Macapá e foi trabalhar na Secretaria de Educação; em 1976 voltou novamente para trabalhar no município do Amapá a convite do então prefeito Fernando Dias, desta vez para assumir a Secretaria de Educação do município; lá ajudou a fundar a liga de esporte daquele município onde fez parte da diretoria. Ao retornar para Macapá, voltou a trabalhar na Secretaria de Educação/departamento de esporte CEFER.
Como desportista fez parte da diretoria da executiva do Esporte Clube Macapá; também nessa área foi um baluarte principalmente quando esteve na federação amapaense de esportes aquáticos na função de secretário, levando o Amapá a ser campeão de natação da Amazônia; foi responsável por várias vezes pela condução das equipes de natação do Amapá em inúmeras competições nacionais tanto na busca de recursos financeiros junto ao governo, quanto na motivação dos atletas.  Fez parte da Federação Amapaense de Futebol como conselheiro.  
Paulo Conrado Bezerra, morreu aos 47 anos de acidente automobilístico em Kouru-Guiana Francesa, em 16 de outubro de 1982.
(Foto: Reprodução / Google)
Neste mesmo ano de 1982 devido ao amor, dedicação à educação e ao desenvolvimento do esporte na juventude amapaense, o Governador Anníbal Barcelos baixou o decreto de número 026/82, denominando o Ginásio de Esporte localizado a rua General Rondon, de PAULO CONRADO BEZERRA, atual Centro Didático Estadual.

 Fonte: Informações de André Luiz Conrado, filho do biografado.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Foto Memória do Comércio Amapaense: Casa "Santa Maria"

A história do desenvolvimento das grandes cidades, é perpetuada através de pontos ou locais de referência, que servem de elo com suas origens e tradições, revividas na memória de seus antigos moradores.
Um exemplo disso em Macapá, foi a “Casa Santa Maria”, de propriedade do comerciante Eurico Pinheiro de Vilhena, que ficava localizada na esquina da rua José Serafim, atual Tiradentes, com a Avenida Feliciano Coelho, na época, tornou-se um dos principais pontos comerciais da cidade.
O Pioneiro Eurico Pinheiro de Vilhena, nascido em Anajás (PA), em 1910, chegou a Macapá no ano de 1959, com esposa e oito filhos, para trabalhar na área do comércio varejista, adquirindo o ponto comercial, Armazem Nely, de propriedade do Sr. Raimundo Nely de Matos, surgindo assim, em Macapá, a “Casa Santa Maria” (foto acima). 
Com a ampliação do comércio, o Sr. Eurico Vilhena, contruiu um novo empreendimento para os ramos de armarinhos, gêneros alimentícios e bar. 
Como podemos observar na foto abaixo, uma parte superior, serviu de residência da família.
Este empreendimento passou a ser referência, na cidade, como marco de divisão entre os bairros comercial e Trem, conhecido como a "curva da Santa Maria".
Muito contribuiu para o sucesso daquela casa comercial o Sr. Ruy Nascimento Lima (1936-1985), o braço direito do dono do comércio, que acabou assumindo diversas funções no empreendimento e se tornaria genro do Seu Eurico.
(Casa de Eurico Vilhena Filho - Foto: Reprodução / Google)
Naquele espaço da “curva do Santa Maria” ainda “resiste” uma casa, que é habitada por Eurico Pinheiro de Vilhena Filho, seu descendente caçula. Ao lado, apenas um terreno vazio.
Sr. Eurico Pinheiro de Vilhena faleceu em 1980.
Texto: Da professora Ana Maria Vilhena Vieira devidamente adaptado para o Porta-Retrato Macapá. Ana é filha de Seu Eurico Vilhena e mãe do professor Clécio Luís Vilhena Vieira, atual Prefeito Municipal de Macapá.
(Última atualização às 19h)

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Foto Memória de Macapá: Chegada do Fusca em Macapá

Esta preciosidade histórica, foi compartilhada no Facebook, pelo amigo Walfredo Costa, baterista do Conjunto “Os Cometas”.
É um registro da chegada do fusca em Macapá, na década de 60, quando foi realizada uma carreata que findou em Ferreira Gomes, com uma festa com o citado grupo, em uma escola daquele município.
Nas imagens temos, além do FUSCA, a partir da esquerda, um funcionário cujo nome não lembramos, ao lado de um mecânico, depois (de gravata) o Sr. Marques que foi Gerente do Posto de Gasolina do empresário Francisco Severo de Souza, que se situava na Rua Cândido Mendes com Cora de Carvalho, bem em frente à Casa Líbia, que era um posto avançado da Volkswagen; ao lado oposto o funcionário Zé Góes e um garoto não identificado.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Foto Memória: Dionízio Bento Pereira

O nome dele é com "Z", mesmo.
A Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Aloisio Cantuária, pessoa muito ligada ao Município de Mazagão, a terra de São Tiago, no Amapá.
Trata-se do registro fotográfico de um senhor de nome Dionízio Bento Pereira, até então desconhecido de Aloisio. Ele procurou identifica-lo, presumindo tratar-se de alguém ligado à História do Amapá.
Aloisio informou haver recebido a foto de sua mãe, Fanny, que herdara do pai dela, Aurélio da Cunha Menezes que foi juiz nas cidades de Mazagão e Amapá.
A foto foi dada como lembrança pelo senhor Dionízio, ao seu amigo Aurélio da Cunha Menezes, com data de 18 de dezembro de 1937.
Como, num primeiro momento, ninguém sabia de quem se tratava, associamos o sobrenome dele ao de seu Otaciano Bento Pereira, pai do empresário e desportista Haroldo Pinto Pereira, que imediatamente disse tratar-se de seu tio, irmão de seu Otaciano.
Com a ajuda de Haroldo, chegamos até a filha de seu Dionízio que mora em Belém/PA. Dona Jucicléa Francisca Pereira Rendeiro, foi quem tirou todas as nossas dúvidas.
Ela disse que seu pai Dionízio Bento Pereira era natural do Estado do Pará, filho do cearense José Sidon Bento Pereira e da paraense Francisca Góes Pereira
Dionízio estudou e viveu no Pará, até adulto quando foi para Mazagão, trabalhar em um comércio de estivas, de seu pai.
Lá mesmo ele se casou e teve os primeiros filhos, do total de 12.
Em dezembro de 1937, retornou ao Estado do Pará, onde montou, em Belém, a fábrica de refrigerantes Cajuína, que funcionou por algum tempo depois fechou; aí ele mudou de ramo e montou a Sapataria Luzete.
Funcionou com o empreendimento até sua aposentadoria, quando se transferiu para o Rio de Janeiro, e lá permaneceu até seu falecimento ao final dos anos 90.

domingo, 31 de julho de 2016

Foto Memória do Esporte Amapaense: Sociedade Esportiva e Recreativa São José – Macapá/AP

Foto compartilhada pelo amigo Wank do Carmo, do Memorial Amapá.
Registro de 1967, apresenta uma das formações do glorioso time da Sociedade Esportiva e Recreativa São José, no Estádio Municipal Glycério de Souza Marques, em Macapá/AP.
A partir da esquerda: Zé Roberto; Antoninho Costa; Alceu Filho; Piraca; Orlando Cardoso e Pennafort (Macaco);
Agachados no mesmo sentido: Ubiraci Souza; Timbó (In-memoriam); Moacir Banhos; Orlando Torres e Haroldo Pinto.
A Sociedade Esportiva e Recreativa São José é um clube de futebol da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá, fundado por Messias do Espirito Santo, um Oficial de Justiça do Fórum de Macapá, capital do então Território Federal do Amapá (TFA), com objetivo de participar oficialmente do esporte regional.
O clube ainda possui uma boa estrutura para a prática de futebol, voleibol e basquetebol. Dentro do futebol profissional amapaense, o São José e o Ypiranga Clube fazem o maior clássico do Estado.
A história do São José se divide em cinco fases:
De 1947 a 1957, onde participou dos campeonatos e torneios, considerado um clube modesto, tendo sua sede social na esquina da Av. Presidente Vargas com a Rua Leopoldo Machado, no bairro da Favela, hoje bairro Central.
De 1975 até 1988, quando conquistou campeonatos, inclusive, um invicto, no futebol, contando com um grande elenco de jogadores craques, muitos deles, cedidos para clubes de outras unidades da nossa federação brasileira;
De 1988 até 1990, quando parou suas atividades no futebol, em virtude de dificuldades internas e externas. Essa última resultante de um difícil relacionamento com a federação de esporte local;
De 1993 até 1995, quando era Presidente o Sr. Francisco Odilon Filho e Vice-Presidente o desportista Haroldo Pinto Pereira, o São José conquistou um único título de Campeão de Profissionais do clube, na modalidade de Futebol de Campo;
De 1995 até 1996, voltada para construção das instalações físicas de sua sede social, com muitas dificuldades, hoje situada na Av. Nações Unidas, nº 564 no bairro moreno da cidade de Macapá, AP, também chamado de Julião Ramos ou Laguinho;
De 1996 até 2002, com sua gestão administrativa sob a responsabilidade do jovem empresário Otaciano Bento Pereira Júnior, que recebeu da gestão anterior uma infraestrutura física da sede social, numa área de 2.400m². (Wikipédia)