quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Foto Memória da Eletricidade de Macapá: Governo do Amapá assina Contrato com a Techint - Construção da UH Coaracy Nunes

Na presença de autoridades, Governador Janary Gentil Nunes, assina Contrato, em 1960, entre o governo do ex-Território Federal do Amapá e a empresa Techint, objetivando a construção da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes.
Fonte: CEA 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Major Eliezer Levy

Eliezer Moisés Levy, também conhecido como Major Eliezer Levy, entrou na Guarda Nacional, onde chegou ao posto de Coronel, embora seja conhecido historicamente como Major Eliezer Levy. 
Politicamente, o Major Eliezer Levy tornou-se amigo e correligionário de Magalhães Barata, que por décadas dominou a política paraense. 
Por conta desta amizade, Eliezer Levy foi nomeado intendente de Macapá (então ainda parte do estado do Pará), onde governou até 1936, quando tomou posse o primeiro prefeito eleito da cidade, Francisco Alves Soares. 
Um segundo mandato de Prefeito de Macapá ocorreu entre 1942 e 1944. 
Durante sua gestão foi o responsável por obras de saneamento da febre amarela, pela reforma do antigo prédio da Intendência de Macapá, pela construção do trapiche que recebeu seu nome e que foi essencial para facilitar o acesso fluvial à cidade, e da capela do cemitério central. 
Também teve início, em sua administração, a construção da Rodovia BR-156 (Macapá-Clevelândia). 
O Major Eliezer Levy foi ainda importante membro da Grande Loja Maçônica do Pará, chegando ao grau 33 e sendo nomeado Grande Benemérito da Ordem.
Seu envolvimento na política, convenceu o Presidente Getúlio Vargas em transformar o município em Território do Amapá.
Fontes: Wikipédia e Revista Amazônia Judaica

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Antigas Residências de Macapá!

"MACAPÁ ERA ASSIM"
As Fotos Memória de hoje, nos foram compartilhadas pelo amigo João Roberto Pinto, que tem como hobby a fotografia.
Preocupado com o descaso e a descaracterização urbana, da capital do Amapá, ele resolveu registrar o abandono de muitos logradouros, públicos e/ou particulares.
E este registro raro, acima, situa-se em pleno Centro de Macapá, na principal rua da cidade. Na confluência da Rua Tiradentes com a Av. FAB, onde essa residência ficava localizada.
Ela pertenceu ao cardiologista pioneiro do Amapá, Dr. Brasil e à esposa Almair Serrano, filha do farmacêutico Francisco Serrano.
Depois que separaram ela ficou com a casa.
A informação que temos, é que foi vítima de um AVC e hoje reside em Belém do Pará.
A casa foi vendida e demolida.
O local está cercado para a obra de um prédio em construção.
Esta outra casa, de estilo arquitetônico característico de Macapá, pelo que sei, pertencia à família Lino Dias. Salvo engano, lá residiu o Seu Casemiro Lino Dias, do “Flip Guaraná”.
Endereço: Av. Mendonça Furtado com a Rua Jovino Dinoá, na subida do antigo bairro da Favela.
No tempo em que Macapá era tranquila, o muro das casas era assim, baixinho! 
As famílias podiam ficar sentadas na frente das residências, conversando, sem qualquer perigo de assalto ou morte.
Hoje, os tempos mudaram e os muros tiveram de subir.
Só restam as boas lembranças!
Fonte: Facebook

domingo, 25 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Personalidades e Pioneiros de Macapá

Ano 1963 - Da esq. para dir: Padre Antonio Cocco, Ten. Uadih Charone, Sr. Diniz Henrique Botelho e o último à direita, o Sr. Walter Moura Palha. Todos falecidos.
(Post atualizado e repaginado em 25.09.2016)

sábado, 24 de setembro de 2016

Foto Memória de Santana: Amapá Elege Irene Remedios, “Miss Elegante Bangu de 1961"

O Território Federal do Amapá, elegeu a sua “Miss Elegante Bangu de 1961”, numa festa realizada no sábado 02 de dezembro de 1961, em Santana/AP, em que esteve reunida a sociedade da capital, Macapá, de Santana e Serra do Navio, as duas belíssimas vilas residenciais dos membros da ICOMI, que promoveu a colorida reunião dentro de seu programa social.
Oito senhoritas trajando lindos modelos, especialmente desenhados para a ocasião e confeccionados com tecidos Bangu, desfilaram perante a Comissão Julgadora, composta da Sra. Abelina Montero Valdez, esposa do Governador do Território Federal do Amapá Raul Montero Valdez, da Sra. Ercília Barbosa, esposa do Dr. Mário Barbosa, do Cel. Janary Gentil Nunes Primeiro Governador do Território do Amapá, Dr. Frederico de Azevedo Antunes e Sr. Álvaro Arruda.
Ao fim a comissão proferiu seu julgamento, escolhendo “Miss Elegante Bangu do Amapá, ” a bela senhorita Irene Remedios. Deliberou ainda a Comissão eleger a Srta. Carmina de Fátima Bittencourt, “Miss ICOMI”.
O vultoso número de convidados que enchia, literalmente, as magnificas dependências do Recreio Amazonas (integrante da Vila Amazonas, localizada em Santana, a poucos quilômetros da capital do Amapá), demonstrou seu agrado pela escolha, aplaudindo entusiasticamente a decisão da Comissão. Ambas as escolhidas foram agraciadas com um lindo prêmio ofertado pela ICOMI, sendo a entrega procedida pelo Dr. Raul Montero Valdez.
As oito senhoritas que desfilaram duas vezes na passarela, com desfile esporte, abrindo o desfile, e “toilette” no grande ato final, foram Irene Remedios (Miss Elegante Bambu”), Irene Rodrigues, Iria Bastos, Conceição Aparecida Martins, Ruth Dias, Nilza Carmem de Lemos, Carmina de Fátima Bittencourt (Miss ICOMI) e Alma Tiberowski, todas merecendo pela sua graça e desembaraço, entusiásticos aplausos da assistência, dificultando o trabalho da comissão na escolha da Miss.
A festa foi um expressivo índice social do Amapá, demonstrando a elegância e a beleza de sua juventude feminina."
“A senhorita Irene Remedios, desfilando em seu modelo “Blue Moon”, bem “habillé” e sem alças, com cintura levemente abaixada, e um fino drapeado na saia rodada. Irene, que tem graça oriental, foi eleita a “Miss Elegante Bangu do Amapá de 1961”, na festa promovida pela Indústria e Comércio de Minérios S/A - ICOMI e era funcionária dessa importante empresa que operava as minas de manganês do Território.
Irene Remedios reside, com a família, em Natal, Capital do Rio Grande do Norte.
Fotos gentilmente cedidas pela Família Remedios

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Dr. Uriel Sales de Araújo

Magistrado paraibano, que atuou em Mazagão, Oiapoque e Amapá como juiz, URIEL SALES DE ARAÚJO nasceu em 4 de dezembro de 1908, em Picui (Paraíba). Filho de Tomaz Félix de Araújo e Izabel Sales de Araújo. Diplomou-se em Ciências Jurídicas em Manaus.
Chegou ao Amapá no final de 1946, nomeado pelo Ministério da Justiça Federal para o cargo de Juiz de Direito do então Território do Amapá. Foi juiz em Mazagão, Oiapoque e Macapá. Visitou todo o interior fazendo parte das comitivas do governador Janary Nunes e do deputado Coaracy Nunes. Filiado à Loja Maçônica Duque de Caxias, chegou a Mestre e Venerável de Honra; participou da fundação do Clube Filatélico de Macapá, recebendo o título de Presidente de Honra. Presidente do Aeroclube de Macapá.
Casado com Anaíde Sales de Araújo, teve os filhos Uriel, Augusto, Dário, Maria Celeste, Glória Maria, Tomaz Augusto e Olívia Maria. Deixou o Amapá no dia 29 de agosto de 1958. Nomeado juiz de Direito de Brasília em 3 de março de 1960, foi para o Acre nomeado desembargador do Tribunal de Justiça.
Dr. Uriel faleceu no Morumbi, em S. Paulo, em 20 de maio de 1987.
Crédito: Pesquisa e texto: Edgar Rodrigues – Historiador / Macapá

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Foto Memória da Política Amapaense: Eleições Presidenciais de 1950

Hoje trago, para ativar a Memória da Política Amapaense, uma foto que encontrei, já há algum tempo, num dos arquivos históricos da cidade, mas que não havia identificado de que se tratava. Não encontrei, num primeiro momento, nem pessoas ou ambientes que me facilitassem a identificação daquela ação registrada nas imagens. Finalmente, através de uma postagem da amiga Rita Goebel - uma atuante colaboradora e integrante do grupo do Memorial Amapá - ocorrida em julho passado, tive finalmente, a resposta que tanto procurava.
Num único comentário que a matéria recebeu, o jornalista Ernani Marinho deixou registrado, de forma clara e brilhante, ricos detalhes de um momento político eleitoral, vivido no país.
Ele conta que “nas eleições presidenciais de 1950, o governador Janary Nunes apoiou o candidato do PSD (Partido Social Democrático), seu partido, Christiano Machado, que concorreu com Getúlio Vargas, candidato do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro).
Segundo Ernanio candidato vitorioso foi Getúlio Vargas, do PTB, com o Brigadeiro Eduardo Gomes, da UDN, em segundo. O candidato de Janary ficou em terceiro.
Diz ainda que,com a posse de Getúlio na Presidência da República, a expectativa geral era que viesse a substituir Janary Nunes no cargo de governador, o que não aconteceu. Getúlio o manteve no cargo.
Ernani complementa dizendo quepesou, em favor de Janary, para a sua manutenção no cargo de governador, o fato de que tinha a mesma formação militar de Getúlio, além de estar desenvolvendo com sucesso administrativo a implantação do Território, assim como ter demonstrado grande liderança nas eleições, já que Christiano Machado só ganhou a eleição no Amapá e no Pará, este também governado por um militar, o Gen. Barata.
Sabendo, agora, de que evento se tratava, resolvi editar um post para o Porta-Retrato, reproduzindo a foto e sua história para os nossos leitores.
Voltei ao Ernani, para identificar o local daquela manifestação. Ele só sabia que era em Macapá.
Recorri então ao amigo Nilson Montoril, que mesmo em férias com a família, longe do Amapá, nos atendeu e complementou:
Em 1950, o candidato do Partido Social Democrático-PSD, era Cristiano Machado, que concorreu com Getúlio Vargas (PTB), brigadeiro Eduardo de Gomes e outros candidatos.
Janary Nunes, que tinha sido nomeado governador do Território Federal do Amapá por Getúlio Vargas, em 27 de dezembro de 1943, foi o único gestor público filiado ao PSD que se manteve fiel a seu partido.
Na eleição de 5 de outubro de 1950, Cristiano Machado superou com boa margem de votos de todos os adversários ficando na terceira posição no computo geral. A Única coisa deferente que os eleitores de Cristiano Machado usaram foi um boton colorido em forma de broche."
"A imagem de propagandistas do PSD foi captada na atual Avenida Presidente Vargas quase esquina com Cândido Mendes, em frente à sede do partido.
O prédio era da família do coronel Manuel Theodoro Mendes (pai de Dona Carmem Mendes e avô do Machadinho da PMM). 
As duas mangueiras são as que estão perto da banca do Dorimar, na Praça Veiga Cabral. ”
Saiba quem foi Cristiano Machado:
Cristiano Monteiro Machado nasceu em Sabará (MG), no da 5 de novembro de 1893, filho de Virgílio Machado e de Marieta Monteiro Machado.
Bacharel pela Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro em 1918, de volta a Minas Gerais foi oficial-de-gabinete do presidente do estado, Raul Soares, entre 1922 e 1924. Nesse último ano, assumiu uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Prefeito de Belo Horizonte entre 1926 e 1929, em março de 1930 elegeu-se deputado federal. Renunciou ao mandato em setembro para ocupar a Secretaria do Interior do governo estadual de Olegário Maciel. Partidário da Revolução de 1930, que levou Vargas ao poder em novembro desse ano, nesse mesmo mês deixou a pasta do Interior.
Em maio de 1933, conquistou uma cadeira na Assembleia Nacional Constituinte e em outubro de 1934 foi eleito deputado federal. Renunciou ao mandato em 1936, para ocupar, em setembro, a Secretaria de Educação e Saúde Pública de Minas Gerais, no governo de Benedito Valadares. Deixou o cargo no início de novembro de 1945, em decorrência da deposição de Getúlio Vargas (29/10/1945) pelos chefes militares e do consequente término do governo Valadares. Ainda em 1945, filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD), em cuja legenda foi eleito deputado à Constituinte de 1946.
Em 15 de maio de 1950, foi lançado candidato à presidência da República pelo PSD nas eleições que se realizariam em outubro. Dois dias depois, o conselho nacional do partido ratificou oficialmente essa decisão, que entretanto ainda dependia de confirmação na convenção nacional.A ala getulista do PSD do Rio Grande do Sul (favorável à indicação de Nereu Ramos) recusou-se a aceitar a candidatura de Cristiano Machado.
Ainda em maio, membros do Partido Social Progressista (PSP), de Ademar de Barros, comunicaram que não apoiariam Cristiano, já que a candidatura de Getúlio Vargas, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), apoiada por Ademar, seria lançada em 17 de junho. Embora o PSD ficasse dividido, o nome de Cristiano Machado foi aclamado no dia 9 de junho, na convenção nacional do partido. Em julho, a maioria do Partido Republicano (PR) manifestou-se favorável ao candidato oficial do PSD, indicando o seu afiliado Altino Arantes para a vice-presidência. Cristiano fez ainda uma aliança com Hugo Borghi, candidato ao governo de São Paulo pelo Partido Trabalhista Nacional.
Nas eleições de 3 de outubro de 1950, a chapa Cristiano Machado-Altino Arantes (PSD-PR) concorreu com as de Eduardo Gomes-Odilon Braga (União Democrática Nacional) e Getúlio Vargas- João Café Filho (PTB-PSP), entre as mais importantes. Vargas saiu amplamente vitorioso, contando, inclusive, com votos de vários redutos do PSD. A transferência dos votos de Cristiano para Vargas caracterizou um processo de esvaziamento eleitoral que ficou conhecido no jargão político como "cristianização". A chapa udenista ficou em segundo lugar.
Em 1953, foi nomeado embaixador do Brasil junto à Santa Sé. Tendo assumido o cargo em outubro, faleceu pouco depois, em Roma, no dia 26 de dezembro de 1953.
Foi casado com Celina Magalhães Gomes. Viúvo, casou-se pela segunda vez com Hilda von Sperling.
Seu arquivo pessoal encontra-se depositado no Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil (Cpdoc) da Fundação Getúlio Vargas. (Disponível em cpdoc.fgv.br/)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Primeiro prédio próprio da Prefeitura de Macapá

(Foto: Reprodução do jornal Amapá)
Clique na imagem para ampliá-la
Final dos Anos 60 - Palácio 31 de março - Primeira sede própria do Município de Macapá que até então ocupou inúmeros prédios na cidade.
(Foto compartilhada pela amiga Deuzuite Aradasse, via e-mail)
O prédio das fotos acima, "foi adaptado sobre as ruínas de uma estrutura de alvenaria que estava erguida na Av. FAB - no mesmo local da Prefeitura hoje - e que destinava-se a um centro de abastecimento tipo Mercado Central, onde os agricultores vindos de diversas regiões do então Território, encontrariam lugar para vender seus produtos à população. Essa ideia, revolucionária para a época, foi do ex-governador Pauxy Nunes." Essa informação é uma contribuição do amigo Lindoval Souza, professor de História, aposentado do mapá.
O prédio com a arquitetura atual da Prefeitura, surgiu na administração do Governador Arthur de Azevedo Henning e do Dr. Cleiton Figueiredo como Prefeito de Macapá, que reformaram e adaptaram o prédio para sede do Município de Macapá.
(Post. reeditado e repaginado em 22.09.2016)

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Foto Memória de Santana: Visita do Presidente Juscelino Kubitschek ao Amapá

Visita do Presidente Juscelino Kubitschek ao Amapá, em 1957.
Presidente JK chega ao Porto de Santana e desembarca do navio Lobo D'Almada. 
Nas imagens, descendo as escadas Presidente JK(de terno escuro), e o primeiro dos três, de ternos brancos, é o Dr. Amilcar da Silva Pereira, seguido pelo Dr. Augusto Antunes e pelo Deputado Federal Coaracy Gentil Nunes.
A partir da esquerda: Deputado Federal Coaracy Gentil Nunes, Presidente JK,  Dr. Augusto Antunes e Sr. Mário Cruz.
Dr. Augusto Antunes, Presidente da ICOMI, saúda o Presidente Juscelino Kubitschek, observado pelo Doutores Amilcar Pereira e Coaraci Nunes, no palanque oficial, em Santana.
Assista ao vídeo documentário, sobre a visita de JK, disponível pelo Arquivo Nacional:

(Post repaginado em 19 de setembro de 2016)

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Enlace Matrimonial Dr. Alberto e Stellita Lima

A Foto Memória de hoje é uma deferência especial dos amigos Silvio e Andréa Lima, filhos dos saudosos pioneiros do Amapá, Alberto da Silva Lima e Maria Stellita dos Santos Lima.
Trata-se de um registro histórico da união matrimonial entre o Paraense, de Cametá e a amapaense do Município de Amapá/AP, no extremo norte do país.
Segundo documento expedido pelo Cartório Jucá - 1º Ofício de Notas, Registros públicos e anexos, de Macapá - encontra-se devidamente lavrado em livro próprio, o Registro de Casamento entre Alberto da Silva Lima, nascido em 02 de junho de 1927, no Estado do Pará, brasileiro, filho de Geraldo de Castro Lima e de Theodomira da Silva Lima e Maria Stellita dos Santos, nascida no dia 17 de outubro de 1934, no Território do Amapá, brasileira, filha de Silvio Ferreira dos Santos e Josepha Alves Ferreira, realizado na segunda feira 02 de setembro de 1957, na cidade de Amapá, sob o regime de União Universal de Bens.
A noiva passou a usar o nome de Maria Stellita dos Santos Lima.
Dessa união estável, nasceram três filhos: Sérgio, Silvio e Andréa Lima.
Fonte: Família Lima, com informações de Andréa Lima

domingo, 18 de setembro de 2016

Foto Memória de Santana/AP: Área Portuária nos anos 70

Veja como era a Área Portuária de Santana/AP, no início dos anos 70.
Observa-se os dois Armazéns da ICOMI.
As fotos são do artista plástico amapaense Olivar Cunha, que gentilmente forneceu cópias ao Porta-Retrato, para compartilharmos com os amigos leitores.

sábado, 17 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Entrevista do jornalista Ernani Marinho com o Prefeito Porto Carrero

A Foto Memória de hoje vem do baú de lembranças do jornalista Ernani Marinho, na época em que ele exercia a função de redator do Gabinete do Governador do ex-Território Federal do Amapá.
O registro é de 1967 quando ele entrevistava o Dr. Augusto Porto Carrero, então Prefeito Municipal de Macapá, visando coletar dados para um relatório anual do Governo do Território.
A entrevista aconteceu no Gabinete do Prefeito, na sede da Prefeitura de Macapá, na Av. FAB, Centro.
Augusto Fernando Porto Carrero, governou o Município de Macapá, de abril de 1967 a abril de 1968 nomeado pelo General Ivanhoé Gonçalves Martins, Governador do então Território Federal do Amapá.
Fontes: Wikipédia com Informações de Ernani Marinho

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: A Igreja e o Coreto da Praça da Matriz

Registro histórico de 1935, mostra a Igreja de São José de Macapá e Coreto da Praça da Matriz, em madeira, quando Macapá ainda pertencia ao Pará. 
O prefeito de Macapá era o Coronel Francisco Ramos Soares e o Governador do Estado do Pará, José Carneiro da Gama Malcher.
No final dos anos 40 foi construído um outro Coreto em alvenaria, no mesmo lugar, e nele se apresentavam as Bandas da Guarda Territorial e do Mestre Oscar Santos. Os instrumentos musicais ficavam guardados em um depósito na parte de baixo.
(Repaginado em 2016)

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Concentração Cívica, no Centro de Macapá.


Após a instalação do Governo do Território Federal do Amapá, em 1945, a Administração amapaense utilizava o interior da Praça Barão do Rio Branco, para atividades cívicas, físicas e esportivas.
Em registro sem data, autoridades de Macapá em evento
na Praça Barão do Rio Branco.
Em setembro, na Semana da Pátria e do Território, o local transformava-se em núcleo de concentração de estudantes, escoteiros e militares, para garbosos desfiles e apresentações de educação física.
A partir da transferência, em 1958, do campo de pouso então existente no centro da cidade velha, antes da Av. FAB para a atual base, no Aeroporto Internacional de Macapá, as concentrações e desfiles escolares, na capital amapaense passaram a ser realizados nos espaços então ocupados pelo antigo campo de aviação.
Veja o registro acima, com tomada de cima, a partir do terceiro pavimento do Colégio Amapaense, que estava funcionando somente com o primeiro bloco.
Pode-se observar pelotões da Guarda Territorial e estudantes, participando da solenidade.
Fonte: Família Façanha - Macapá

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Foto Memória da Natação do Amapá: Anselmo Guedes, Pioneiro da Natação no Amapá

Anselmo Guedes Silva, filho de Albertino Guedes Silva e Leontina Guedes Silva nasceu no dia 20 de março de 1942, aprendeu a nadar com 03 anos de idade e começou a treinar na Piscina Territorial de Macapá em 1952, sob o comando do Capitão Euclides Rodrigues. Anselmo Guedes foi Bicampeão Infanto/Juvenil de Natação em 1956 em uma competição realizada em São Paulo na Piscina do Pacaembú nas provas de 50 metros Crawl e 50 metros costas. Em 1972 começou a estudar em Belém-Pa o Curso de Educação Física na Escola Superior de Educação Física, atual Campus III da UEPA/PA. Ganhou o apelido de “Velho” dado por seus colegas de turma por ser um dos mais velhos da turma, apelido este que continua a ser usado por quem foi seu atleta e os amigos próximos. Se formou no 1º semestre de 1975, começou a trabalhar na Piscina Olímpica Capitão Euclides Rodrigues, nome dado a piscina em homenagem ao seu treinador. 
Anselmo Guedes, desfilando pelo Colégio Amapaense, na Av. FAB, em Macapá/AP.
Com o passar dos anos treinou vários atletas, pois além de ensinar a natação às crianças Anselmo Guedes tinha como objetivo preparar e formar Atletas para representar o Estado do Amapá nas competições de natação. Foi homenageado em vida com a criação do Clube que leva seu nome: APANA – Associação de Pais de Natação Professor Anselmo Guedes em 1992, uma equipe de vários atletas com nomes consagrados Nacional e Internacionalmente, que trouxe vários títulos para o Amapá.
Anselmo Guedes, hoje aposentado, com 73 anos de idade, continua morando em Macapá e curtindo os netos.
O Imortal Anselmo Guedes: Um Atleta ”Notável”
O Campeoníssimo Anselmo Guedes é agora um dos imortais da Academia de Notáveis Edificadores do Amapá. Ele foi homenageado na sexta-feira, 09/09/2016, pelo Memorial Amapá, em Macapá, merecidamente pelo legado construído. (Alcinéa Cavalcante)
Fonte: Memorial Amapá
(Última atualização às 14h45min.)

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Família Cunha

Nossa Foto Memória de hoje, relembra alguns membros da Família Cunha, que tinha no comando o casal pioneiro João Raimundo Cunha e Marina Pereira Silva.
Da união matrimonial dos dois geraram dez filhos, dos quais quatro nasceram em Macapá (Olivar, Raimundo, Rosa Maria e Ricardo), e os demais em Santarém/PA. Seu João Cunha chegou em Macapá, com a família, em 1951, como Encarregado dos Serviços Aéreos “Cruzeiro do Sul”.
A primeira morada da família, foi numa casa que pertenceu à Panair do Brasil, que depois foi transferida para a Cruzeiro do Sul, que se localizava no terreno hoje ocupado pela área do Colégio Amapaense, na esquina da Praça da Bandeira. Na Av. Iracema Carvão Nunes, de canto com a Rua Eliezer Levy.
Foi lá que o artista plástico Olivar Cunha, nasceu!
Em meados de 1966, eles saíram do local onde seriam erguidos os dois blocos do prédio do Colégio Amapaense. Transferiram-se para uma residência na Presidente Vargas 1858 – Bairro Santa Rita.
As imagens da foto abaixo, foram registradas por Olivar Cunha, no citado endereço, em dezembro de 1985, quando ele voltou a Macapá, em férias do curso de arte que fazia no Rio de Janeiro.
(Reprodução)
Da esquerda para a direita: Márcio André (filho de Ismeraldina), Lindomar (irmã), Marina (mãe), Olivar, Ismeraldina e Klingerli (filha de Lindomar, em frente que aparece só o rosto).
Lindomar e Ismeraldina, continuam residindo em Macapá. 
Olivar Cunha mora em Vitória, Espírito Santo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Foto Memória da Educação do Amapá: Prédio do Colégio Amapaense, por outro ângulo

Fomos buscar a foto de hoje, no álbum de memórias do amigo Olivar Cunha, festejado artista plástico do Amapá.
A imagem de 1970, mostra o prédio do Colégio Amapaense, de um ângulo do seu lado esquerdo.
O tradicional estabelecimento passou a funcionar em seu prédio próprio, na Av. Iracema Carvão Nunes com a Rua General Rondon, a partir de 13 de junho de 1952, com apenas um bloco.
O segundo bloco somente foi construído a partir de 1964, no Governo do Gen. Luiz Mendes da Silva, com sua conclusão em 1967.
A foto é do próprio Olivar.
Cunha, que é amapaense, mora em Vitória, no Espírito Santo, há 30 anos. Ele já morou no Pará e no Rio de Janeiro.

domingo, 11 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Sede do antigo Serviço de Transportes do ex-Território Federal do Amapá

Neste prédio funcionou o Serviço de Transportes do Governo do Amapá, no início do ex-Território Federal. Procuramos saber junto ao amigo historiador Nilson Montoril de Araújo, onde ficava localizada tal repartição? E prontamente, ele nos respondeu tratar-se de uma edificação antiga, que se situava na Praça Veiga Cabral, descida da Rua Cândido Mendes, bem ao lado da casa do Sr. Manoel Torrinha, que o povo chamava caixa de fósforo. Após o prédio do Serviço de Geografia e Estatística, vinha o Foto Cruz e depois a Casa Nazaré do Arthur Torrinha, o Sr. João Arthur. A Loja Kennedy comprou a caixa de fósforo e derrubou a construção. O prédio do BANAP ocupou os espaços da sede da Estatística e do Foto Cruz. O terreno do Sr. João Arthur foi desapropriado.

sábado, 10 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Dona Graça Teixeira e seus dois filhos, em Macapá

A Foto Memória de hoje, vem do álbum da família Teixeira.
É um registro de 1964, dos amigos Aluízio Teixeira (8 anos), dona Graça e Carlos Teixeira (11 anos), em frente à residência da família, na Rua Leopoldo Machado, em Macapá. Esposa e filhos do saudoso empresário pioneiro do Amapá, Leopoldo Teixeira, o Teixeirinha!
Aluízio Teixeira (60), o mais novo, é atuante empresário em Recife/PE. Dona Graça, com mais de 80 anos, mas, lúcida e atuante, vive com o filho mais velho, Carlos Teixeira (64), em Belém do Pará.
Carlos se convalesce de uma recente e delicada cirurgia, a que se submeteu e, licenciado, repousa em sua casa, na capital paraense.
Ao amigo Carlos Teixeira nossos votos de pronta recuperação da saúde.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Foto Memória de Macapá: Antiga Rua da Frente da Cidade de Macapá/AP

Assim era a antiga rua da praia no início do Território Federal do Amapá.
Nesta foto dos anos 50, a partir da direita de quem olha, no canto da antiga Travessa Siqueira Campos(Mário Cruz), vemos um terreno cercado onde existiu a primeira sede do Banco do Brasil, depois o SERTTA - Navegação; casa do casal Jose Mendes Coutinho e Dona Iracema; Passagem Sambariri (Abraham Peres) a casa do Seu Sandó e Dona Julieta Matos ("Santa"); depois o Mercadinho 2 de julho.
Fonte: Informações do historiador Nilson Montoril

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Foto Memória do Esporte Amapaense: Time da Garagem Territorial

A Foto Memória de hoje, foi compartilhada pelo amigo Sebastião Ataíde de Lima, nosso querido Sabá Ataíde!
São imagens de rara importância histórica, do ano de 1970, registradas num campinho da cidade de Calçoene/AP, do time dos servidores da Garagem Territorial, quando a mesma funcionava no prédio atrás do Ginásio de Macapá, na Av. Raimundo Álvares da Costa com a Rua São José
.
Da esquerda para a direita, em pé: Canarana (só a metade), Querosene, Boquinha, Sena, Jair, Trombone, Turíbio Guimarães e Ulbaldino Simões.
Agachados: Camarão, Pinguim, Aluísio Cuiú, Quida e Picanço.
A Garagem Territorial foi implantada logo após a instalação do Governo do Território Federal do Amapá, e funcionou inicialmente ao lado da antiga Usina de Força e Luz, na praça Veiga Cabral, onde hoje está erguido um prédio da EMBRATEL na Av. General Gurjão, ao lado do Teatro das Bacabeiras, em Macapá.
Fonte: Facebook

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Foto Memoria da Educação do Amapá: COLÉGIO SANTA BARTOLOMEA CAPITANIO

Em 1959, a Madre Geral Constantina Baldinucci, em visita ao então Território Federal do Amapá, apresentou um projeto para implantação de um centro de formação de professores. 
A ideia vingou e, dois anos depois, em março de 1961, começaram as aulas do Curso Primário; em 1º de abril, as aulas do Curso Normal Regional; e no dia 2 de maio, as aulas do Curso Ginasial, no prédio de propriedade da Associação Cultural Nossa Senhora Menina, que recebeu o nome de Ginásio Santa Bartolomea Capitanio.   
Em 1980, passou a chamar-se Escola de 1º Grau Santa Bartolomea Capitanio em substituição ao Ginásio. Em 1993, a Escola recebeu a implantação do 2º segmento do 1º Grau, de modo gradativo e, em 1996, de Associação Cultural Nossa Senhora Menina, a Escola de 1 ° Grau Santa Bartolomea Capitanio passou a denominar-se Colégio Santa Bartolomea Capitanio. Em 1997, foi implantado o Ensino Médio.
Ao longo de sua história merecem destaques as irmãs que, na condição de Diretoras, deixaram e continuam deixando marcas profundas de dedicação e idealismo pedagógico-cristão: Irmã Ana Maria Maltese (1961-1965), Irma Bernadete Coelho (1961-1995), Irmã Nelizia Pereira Colares (1995-2015) e, a partir de setembro de 2015, Irmã Zita Rubin.
Ao longo de mais de meio século de história, a filosofia do Colégio continua a mesma:  transformar o educando em sujeito do próprio desenvolvimento e do desenvolvimento social.
O carisma de Bartolomea e o testemunho de irmãs, professores, alunos e ex-alunos é a prova da força transformadora daquele educandário.
Fonte consultada: http://www.bartolomea.com.br/

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Foto Memória da Mineração Amapaense: Primeiros maquinistas da ICOMI

Estes homens foram os primeiros ferroviários que comandaram o compasso das composições de minério e dos trens de passageiros, nos primeiros anos da Estrada de Ferro do Amapá.
Primeiros maquinistas da ICOMI / AP, nos anos 50. 
Fonte consultada: Estrada Ferro Amapá - História da EFA by Sergio Ransel Silva de Almeida on Scribd.
Nota do Editor: Envidamos todos os esforços consultando amigos e conhecidos que, como nós, trabalharam na ICOMI, entretanto, não conseguimos informações que nos permitissem  a identificação dos senhores que aparecem nas imagens. Agradecemos a quem puder nos ajudar neste assunto. Quaisquer informações poderão nos ser encaminhadas por e-mail - jolasil@gmail.com - ou via whatsap - (12) 981523757, ou se preferirem, deixem registros nos comentários. Grato, João Lázaro!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Foto Memória da Mineração Amapaense: Desbravadores que construíram a Estrada de Ferro do Amapá.

Estes homens aceitaram a árdua missão de construir uma ferrovia, enfrentando toda sorte de dificuldades: calor, chuvas, doenças, longe de casa, poucos recursos, muitos esforços e lutas. E, além disto, tinham a floresta secular para desafiar. 
Eles foram os desbravadores, que iniciaram a construção da Estrada de Ferro do Amapá.
Resumo Histórico - A Estrada de Ferro Amapá foi construída para transporte de minério de manganês na década de 1950. Possui a extensão de 194 quilômetros e locomotivas diesel-elétrica, sendo a única ferrovia de carga de bitola standard (1,435 m) no Brasil. Foi inaugurada em 1957 e tinha como principal objetivo o transporte do minério de manganês extraído e beneficiado na Serra do Navio, Estado do Amapá, que era embarcado para exportação pelo Porto de Santana, em Santana (Amapá).
Em 1947 a Empresa Indústria e Comércio de Minério S.A. - ICOMI venceu a licitação para exploração do manganês na Serra do Navio, no Território Federal do Amapá. Em 1950 a empresa norte-americana Bethlehem Steel Company, se tornou sócia com 49% do empreendimento, sob a alegação que o projeto carecia de maiores investimentos e conhecimentos técnicos. A ferrovia começou a ser implantada em março de 1954 e foi concluída em janeiro de 1957.
Em 1980 a Bethlehem vendeu sua participação para a Caemi, sendo a exploração de manganês encerrada em 1997. (Wikipédia)

domingo, 4 de setembro de 2016

Foto Memória da Mineração Amapaense: Chegada e desembarque dos equipamentos da ICOMI, em Santana/AP

"Esses, foram os primeiros equipamentos da ICOMI, chegados no final de 1953, em barcaças vindas de Belém.
Ficaram estacionados no pátio em Santana: 05 tratores Caterpillar D8A, 04 moto niveladoras Caterpillar modelo 12E, 02 compressores de ar Ingersoll Rand, 06 automóveis Chevrolet: 02 station wagon e 04 sedans e dois caminhões GMC. Depois, viriam os outros equipamentos para a ferrovia e para a mineração."
“No início de 1954 o navio da Moore McCormak avança pelo estuário do Rio Amazonas trazendo, dos Estados Unidos, os primeiros equipamentos para a construção das obras da mineração. Com ele vieram equipamentos da terraplanagem da ferrovia."
"Observa-se o navio a mais de duzentos metros da margem do Amazonas, pois nessa época a limpeza do rio ainda não havia sido feita, mesmo no trecho onde as margens são mais profundas. O navio teve que ficar ancorado no meio do canal, onde a profundidade média estava em torno de 18 metros."
Esse local era em frente à localidade de Santana, "onde começariam as obras para a instalação do píer. Para o desembarque dos equipamentos foram usados os guindastes do próprio navio, que tinham capacidade de descarregar até 40 toneladas”.
 “Os equipamentos desciam presos em cabos de aço e eram colocados em barcaças tipo balsas ancoradas lateralmente ao casco. As barcaças eram da própria MCComark, que as usava para o translado do material do navio para a terra.
Em terra, os equipamentos eram novamente içados e descarregados em solo firme. Para as máquinas de terraplanagem e os veículos, a balsa encostava-se ao píer improvisado e era ancorada por cabos de aço.
Eles desciam direto, passando do fundo chato da balsa para o píer. As balsas eram manobradas por rebocadores que traziam o material do navio até o píer. Do pátio, após a conferência, cada uma seguia o seu destino: para as obras do porto, da ferrovia ou da mineração. ”
Todo o equipamento veio importado dos Estados Unidos, pois a indústria brasileira nesse tempo não conseguia suprir toda a necessidade do projeto e o fornecimento de materiais americanos era um interesse contratual. ”
"Como não havia sido feita a dragagem de limpeza das margens do canal, o navio permaneceu no meio do rio e os equipamentos eram descarregados em uma balsa manobrada por dois rebocadores; um deles cedido pelas forças armadas, próprio para desembarque de equipamentos pesados em operações de guerra. 
"Esta foto é do braço norte próximo ao local onde depois foi montado o porto flutuante, em frente à ilha de Santana."
Fonte consultada: Estrada Ferro Amapá - História da EFA by Sergio Ransel Silva de Almeida on Scribd.